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A juristocracia é a transferência do poder das urnas para os tribunais, onde juízes decidem sobre temas morais e políticos. As obras indicam que esse protagonismo judicial pode enfraquecer a democracia ao substituir o debate popular por interpretações técnicas. O fenômeno reflete uma crise institucional, onde o equilíbrio entre os Poderes é rompido em favor de uma supremacia dos magistrados.

Conrado Hübner Mendes

Leitura central sobre o funcionamento das cortes superiores. Analisa os abusos do Supremo e expõe a atuação de uma elite judicial que denomina “magistocracia”.

Steven Levitsky & Daniel Ziblatt

Explica como as cortes podem ser usadas para neutralizar a oposição legalmente.

Ronald Dworkin

A base teórica (muitas vezes distorcida) usada para justificar intervenções judiciais.

Cláudia R. de Morais Piovezan

O livro denuncia a degradação da justiça brasileira e os ataques às liberdades, sobretudo de expressão, atribuídos à atuação do STF.

John Hart Ely

Defende que juízes devem apenas garantir as regras do jogo, não o resultado.

Ran Hirschl

Sustenta que a ampliação de direitos e o fortalecimento do Judiciário serviram para preservar a hegemonia de elites políticas e econômicas. Assim surge a “juristocracia”: decisões centrais passam a juízes não eleitos, afastadas da disputa democrática majoritária.

Chico Xavier

Discute como a justiça praticada nas instituições humanas é um reflexo do estágio evolutivo da consciência coletiva. Ele aborda o perigo de quando o "eu" (o ego dos que julgam) se sobrepõe ao "nós", gerando desequilíbrios sociais.

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